segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

(Devaneios): Medos

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O medo permeia o ar. Por onde ando vejo-me tomado por um medo que a tudo e a todos invade.

Não tenho para onde olhar e não sentir medo. Às vezes até um pânico denso me toma e sinto desejo de correr, fugir, sair do contato do olhar das pessoas, sair do escafandro de meu corpo. Escapar do túmulo onde me alojo. Mas é tão denso esse medo que falta-me ar, falta-me movimento, falta-me campo de visão, saber para onde irei, caso volte-me a respiração e os movimentos.

É fácil sentir medo por aqui. É muito fácil sentir medo no Brasil.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

(Pensamentos): Sobre o Passe Livre

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Sempre que encontro alguma noticia de meu interesse pelos sites de jornais, sejam os grandes, sejam aqueles mais obscuros e apenas virtuais, eu gosto de fazer um comentário.

Aliás, um dos motivadores para que eu leia um artigo na Internet é a possibilidade de poder comentar, de dar meu pitaco, de falar aquilo que penso do assunto. Odeios os jornais, sites ou blogs que não permitem comentários dos leitores, ou que reduzem esse comentário a algumas dúzias de letras, como se eu quisesse somente dizer "porque sim" ou "porque não". Absurdo!


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

(Devaneios): Canos e fluídos podem ser felizes?

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Desejos, o que são, como serão? Será que adianta tê-los, se não for para saciá-los?

Nesse momento sinto dores. Dores na perna. Quais serão as causas dessa dor em minha vida?

Diabetes? Reflexos da hérnia de disco? Problemas circulatórios na perna?

Não sei. Tenho apenas vislumbres desses motivos, pois, na verdade mesmo, o que importa são os efeitos, as consequências. A partir delas, posso até desejar uma causa ou outra.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

(Elucubrações): O belo explica

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A discussão sobre a existência ou não de Deus é algo que sempre me pega de atravessado.

Mais especificamente, é algo que, quando dito por um ateu fanático, me deixa indignado, mas o mesmo sentimento me toma quando um religioso quer abordar o assunto.

O primeiro sempre vem com a questão científica, com a explicação básica, alegando que a mãe ciência pode nos responder a todas as indagações. O segundo vem com seu livro dogmático escrito há milhares de anos, no qual ele deseja enquadrar tudo que se vê na natureza.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

(Devaneios): Mais um ano

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Por mais que olhe, por mais que deseje, nunca completará teu intento. Nunca terá a tua visão,

Olho no olho, desejo no desejo, intenções claras e expressas. Não obtém sequer um talvez,

Publicamente escancara tua vergonha, publicamente apresenta-te, todos sabem, todos esperam uma reação,